Ribeirão Preto, 21 de Novembro de 2019.

Cartões de proximidade e biometria são tendências em acessos corporativos e residenciais

Com as novas tecnologias, controles de acesso garantem segurança dos dados de pessoas e empresas e otimizam o fluxo de entrada e saída

As tradicionais chaves, que há séculos são usadas como forma de proteção de casas, instituições e empresas, estão sendo substituídas por cartões de proximidade e biometria, tudo em função do avanço tecnológico e, especialmente, por questões de segurança. O Atlas da Violência 2019, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), traz números atualizados sobre segurança até o ano de 2017 e comprova o aumento da violência em todo o país. Logo, investir em soluções de controle de acesso auxilia a tranquilidade do dia a dia.

A Dimastec, empresa dedicada à gestão e controle de pontos e acesso a prédios e condomínios, tem hoje mais de 400 clientes, entre condomínios residenciais e empresariais, fábricas, usinas e metalúrgicas, que aderiram aos cartões de proximidade ou biometria. Segundo o diretor da empresa, Dimas Fausto, esse cenário está realmente pautado na busca por segurança, uma vez que são suportes capazes de armazenar dados importantes e processar a entrada ou saída de forma dinâmica. Ainda, há programas que permitem o alerta em casos de urgência.

O condomínio de casas Village de France, em Ribeirão Preto (SP), está entre os que optaram pelas novas formas de controle de acesso. “Mudamos o sistema pela segurança. Antes, os moradores usavam apenas os cartões de proximidade, mas ao sair ou retornar para casa, muitas pessoas esqueciam ou perdiam o dispositivo. Agora, todos tiveram as digitais cadastradas”, conta Ana Cristina Campeone Maciel, gerente condominial.

Além disso, a gerente diz que os cartões de proximidade foram destinados apenas para a entrada de veículos, o que, segundo ela, “garante uma maior rapidez de fluxo”. Já o acesso por biometria passou a ser exclusividade dos moradores. Com essas ações, há mais de 10 anos o condomínio não vivencia situações de risco, como furtos ou assaltos.

Para escolher entre os tipos de tecnologias disponíveis para fluxos de pessoas e transportes, Dimas orienta: “O leitor de cartão por proximidade é muito usado em acessos de alto fluxo. Numa fila de carros, por exemplo, quando você tem um veículo identificado pelo transpoinder ou pela etiqueta colada no vidro, o acesso é mais rápido, leva apenas um segundo. Já para o acesso pela biometria, o leitor leva cerca de 4 segundos para processar as informações, então é preciso analisar a necessidade de cada caso”.

Utilizada no Brasil há cerca de quinze anos, a biometria continua em evolução. Atualmente, a Dimastec trabalha com o escaneamento da palma da mão. “É um sistema mais rápido e dinâmico, em que a tecnologia faz a leitura de cinco pontos de reconhecimento da mão em poucos segundos. Além de ser mais seguro, é prático, já que não tem problema se houver qualquer machucado em um dos dedos ou na palma da mão. O sistema se apega em outros pontos para identificação do cadastro”, explica Dimas.

O executivo também pontua que os sistemas de biometria e proximidade são criptografados e colocados de forma segura em plataformas de acesso em nuvem. “Garantir a privacidade dos dados de quem usa essas tecnologias é algo sério e ganhou ainda mais força com a Lei de Proteção de Dados, por isso, mantemos as tabelas criptografadas para impedir que as informações sejam roubadas ou usadas de forma indevida, mesmo que o algoritmo já seja difícil de decifrar.”

Sobre a Dimastec – Gestão de ponto e acesso

Com pouco mais de 25 anos dedicados à gestão de pontos, acessos de entradas em prédios e condomínios, a Dimastec, sediada em Ribeirão Preto (SP), é hoje uma das referências nacionais no setor desenvolvendo produtos com tecnologia avançada, integrando soluções para mais de mil clientes empresariais. A empresa presta serviços em todo território nacional, com uma infraestrutura completa com mais de 2000 metros quadrados e 35 funcionários diretos.

O diferencial oferecido pela Dimastec está em ter um laboratório próprio de desenvolvimento tecnológico, para assim oferecer ferramentas digitais, softwares e hardwares de última geração que atendam às principais demandas dos clientes e do mercado atual.

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Fonte: ComTexto Comunicação Integrada

Postado em 07.11.2019



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